terça-feira, 24 de abril de 2012

...em Loulé

Visita obrigatória!
     Para além de ser um edifício lindíssimo, podemos vir com a alcofa cheia de tudo o que é preciso.

     Ao sábado de manhã é sempre muito populoso. E ainda se encontram muitas relíquias de pesagem. Nós andamos à procura de uma!

Aproveitámos para trazer estas vassourinhas e a cestinha de palma. Os doces não vinham incluídos na compra! As saudades dos queijinhos de figo e das delícias de amêndoas ficaram saciadas!

      Trouxemos também uma cesta de cana, uma técnica que já vai tendo poucos artesãos. O tio Vovoi costumava forrar a dele com folhas da figueira para trazer os figuinhos que eu tanto adoro!


...

     Aqui ficam umas quadras da extraordinária simplicidade do poeta algarvio António Aleixo.

Quem me vê dirá: não presta,
nem mesmo quando lhe fale,
porque ninguém traz na testa
o selo de quanto vale.

Quando os Homens se convençam
que à força nada se faz,
serão felizes os que pensam
num mundo de amor e paz.

Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço.

A montra de uma drogaria das boas!

e outra de amêndoa e ovos!

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